Desejo o silêncio dos dias
para me remir do presente
de tantas mentiras vagas
que a linguagem consente
Basta um gesto
um gesto simples
para traduzir a verdade
nem interessa muito guardar
Mais solto em nós é o braço
Nascem vidas nascem histórias
do vazio do teu regaço...
Sexta-feira, Março 28, 2008
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